Claro que morremos de saudades. Eu não podia ver um pombinho na rua ou criança correndo na rua que já me derretia toda, mas confiava que ela estava bem. Minha mãe seguiu direitinho todas as recomendações: horários e cardápio de alimentação, brincadeiras e sono.
Lina aproveitou para brincar muito com avós, tios e tias. No calçadão da Beira Mar, nos vários parques da cidade (e dos shoppings), na casa dos familiares. Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, papai e mamãe relembravam os velhos tempos de sair sem rumo, sem sacola, mamadeira, comidinhas... foi bom! Mas melhor ainda foi matar a saudade da pequena e ver aquele sorrisão no rosto e carinho no nosso reencontro.

Um comentário:
Que bom que deu tudo certo desta vez e que sua família te apoia, inclusive na rotina da Lina.
Beijos
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