quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Nosso parto
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Quartinho novo
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
As primeiras frases
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Grudinho
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
10 dias sem ela
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Panelinhas
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Lina e os sapatos da mamãe
Achei que fosse demorar mais para ver essa cena.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Depoimentos III
Querida Lina,
Como descrever tudo que você representa em nossas vidas? Desde que sua mãe sugeriu que falássemos de você me pego pensando em como poderia usar simples palavras para descrever um sentimento tão grande... O que podemos dizer?!
Tenho certeza que nosso amor começou desde a hora que seu tio ficou sabendo que sua mãe estava grávida e, imediatamente, ligou para mim que, não podendo conter tanta felicidade, comecei a gritar na biblioteca do Centro de Humanidades. Ainda com tanta empolgação, liguei para sua mãe que não poderia estar mais radiante e feliz (imagina só... senti tudo isso pelo tom de voz dela!).
Desde essa grande notícia, nossas vidas, minha e de seu tio coruja, mudaram para sempre (tenho certeza!). Nós não poderíamos estar mais felizes... só falávamos em ir para São Paulo para ver seus pais e ficarmos mais pertinho de você, que já recebia tantos cuidados! Sempre ansiosos por notícias de como você estava crescendo dentro da barriga (que virou barrigão) de sua mãe.
O tempo passou e quando pensei que já sentíamos um grande amor por você, tive uma surpresa! No dia 06 de fevereiro de 2009, aquele amor que era grande... pôde ficar maior! Jamais esquecerei a cara do seu tio ansioso esperando carregar a foto para podermos ver pela primeira vez o seu rostinho... Princesa, você não imagina a nossa emoção! Ao lhe ver não pude conter minha lágrimas! Era a nenê mais linda que a titia já tinha visto!!! Simplesmente perfeita!!!!!! A partir de então seu tio passou a ser mais bobo ainda por você. Só falava da Lina... em como você era grande, em como nasceu bonita e em como não agüenta esperar para lhe ver pessoalmente! Na primeira oportunidade fizéssemos isso e não poderia ter sido mais encantador nosso encontro no seu quartinho tão bem arrumado pela mamãe.
Agora, estamos aqui... você já tem um aninho e a cada dia somos mais apaixonados por você! Eu bem lembro como ficava ansiosa a cada semana esperando suas fotos para aliviar um pouquinho da saudade que essa grande distância me proporciona. Isso sempre acontecia quando eu via seus cachinhos dourados e seu rostinho sempre sorridente e sapeca!
O amor de seu tio por você então nem se fala. Cada vez que vai para sua casa, volta mais encantado com seu jeitinho. Quando chega aqui, não para de falar para todos como você brincou com ele, como você é esperta e adora contar que você sente a falta dele (“papai, mamãe, nenê... titio ôôô titio”) depois que vai embora. Realmente, nunca pensei que veria seu tio tão encantado!
Enfim, seu jeitinho carinhoso, amoroso, sorridente, mesmo com toda a distância, nos faz querer sempre estar pertinho. Adoramos ouvir cada historinha sua e a cada uma delas sentimos mais orgulho das descobertas da nossa princesa que só trouxe alegria e amor para todas as pessoas em sua volta! Não poderíamos sentir mais amor por uma pequena tão especial!
Amamos você!
Beijos dos tios,
Victor e Marina.
Esses dois curtiram cada momento da gravidez, cada foto publicada, cada novidade. A tia Marina foi a primeira a presenteá-la com um livrinho de história. Hoje Lina adora brincar com os dois. Felizes somos de tê-los em nossas vidas, Lina!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Depoimentos II
Atendendo ao pedido da Sabrina, estou aqui dando o meu depoimento sobre a pessoa que passou a fazer parte da minha vida. Não consigo passar um segundo sem pensar na Lina. Sempre que acordo, a minha primeira preocupação é pegar o telefone para saber como ela passou a noite, sem contar que durante o dia, ligo 3, 4 ou até mais vezes para saber como ela está. Tudo o que vejo, sempre lembra a Lina: o sorriso de uma criança, um livro de histórias infantis. E os palhaços “Patati e Patatá”? Esse nem se fala...
Não conto as vezes que estou cantarolando as musiquinhas dos dois ídolos da minha neta. Assim como a música do macaco que ela dança com tanto ritmo e alegria, fazendo uma coreografia perfeita, questionável para uma criança de sua idade. Aprendi com a minha saudosa mãe que ser avó é ser mão duas vezes. E , a cada dia, procuro me aperfeiçoar nessa profissão. Lina é uma criança encantadora. Ela irradia alegria, tem um carisma que ninguém consegue descrever. Está sempre dando beijinhos e abraços nas pessoas com quem convive.
O maior presente que recebi de Deus foi a chegada de Lina, pois ela voltou a preencher o ninho que estava ficando vazio com a saída da Sabrina e da Livia. Estava sentindo que a Luma estava andando com seus pés e eu já não ocupava tanto espaço em sua vida. Hoje tem a Lina para continuar a minha missão de mãe. Gosto de sua presença, de abraçá-la, beijá-la, cantar para ela dormir e se possível ficar observando o seu sono que é sempre muito agitado.
Sabrina, o amor que sinto pela Lina é incondicional. Sempre que tenho que deixá-la passo muitos dias cantando a música do Roberto Carlos que foi feita para uma pessoa que ele amava muito. Mas, se eu tivesse o dom de escrever, tenho certeza de que teria feito a mesma música para ela. Ali naquela canção, eu consigo descrever tudo o que sinto pela Lina. Já ensinei várias crianças a cantar a canção da Lina, principalmente quando fala: ”Como é grande o meu amor por você. Nem mesmo o céu, nem as estrelas, nem mesmo o mar ou o infinito, não é maior que o meu amor, nem mais bonito”.
Já não consigo escrever mais nada, pois agora estou fazendo o que não gostaria: chorando. Mas gostaria de deixar bem claro, que vou continuar o que minha mãe me ensinou: ser a avó mais presente do mundo, em todos os momentos de sua vida.
Lina, que Deus te abençoe e a cada dia lhe ilumine para você continuar sendo essa estrelinha cheia de luz. E que seu brilho seja para sempre.
Sua avó que te ama...
Ana Luiza - 30 de agosto de 2010.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Depoimentos I
É que eu sou o Dindo da Lina.
O convite veio pela manhã, em um dia muito cinza para mim. A noite anterior tinha sido de insônia.
Não disse sim na hora. Tive muito medo. De todas as responsabilidades, ainda mais que tinha Deus na jogada. Pedi para aceitar em um dia mais ensolarado.
Acho que não demorou muito para esse dia vir. E os meninos pediram de novo.
Foi na Av. Ibirapuera. Eu, avoado, fui surpreendido com um repetido: Clevio, tá tão ensolarado hoje, né?
E aí que os meus dias têm um novo sol. Uma estrela pequena, saltitante, que levanta temprano, e que nunca queria dormir.
Lembro que desde cedo nunca tive medo de pegá-la no colo.
Mas é que quem me dá segurança é ela. Ela que me carrega, na verdade.
Os dias não tem sido muito fáceis para mim, mas tornam-se excessivamente bonitos quando seu cabelinho loiro aparece bem longe em uma calçada ou através de um vidro verde de carro. É que lá está ela: uma luzinha em uma cadeirinha azul do banco de trás que agora apreendeu a me abraçar.
O amor que tenho por Lina aquece meu coração, queima meus humores detestáveis e me faz perceber que o balanço do parque pode ser o melhor lugar do mundo.
Você fica muito pouco tempo embaixo, se tiver alguém forte para te embalar.
Clevio Rabelo - 29 de agosto de 2010.
O Clévio é o meu melhor amigo há muitos anos, querido demais, e acompanhou cada passo da gravidez de Lina. No dia em que contei para ele que eu estava grávida foi muito curioso nosso diálogo ("Vc vai ser titio, Clévio", "De quem", "Eu estou grávida", "Você???"). Foi na maternidade que eu descobri que havia nele um padrinho em potencial dedicado para a pequena. Ele foi nos visitar todos os dias, passava horas a conversar com os novos papais e a olhar a Lina encantado. Nas primeiras semanas, já em casa, ele ligava todos os dias para saber de nós duas. Assim, quando Daniel propôs que ele fosse o padrinho de Lina, fiquei ainda mais feliz, porque a decisão mostrava-se evidente não somente para mim, mas também para o pai.
E, a cada fim de semana de sol, quando todos nos encontramos e ele passa horas brincando com ela, ou nas mesas de almoço quando ele conta as travessuras e conquistas da pequena, tenho certeza de que tomamos a decisão certa.
